Vivemos no futuro

Eu gosto de sempre me lembrar que estamos no futuro.

Você acorda, e seu dispositivo informa quais serão as temperaturas mínima e máxima do dia, se vai chover ou não, e talvez até alguma notícia importante de algo que tenha acontecido enquanto você dormia.

Você muito provavelmente tem uma geladeira e, apesar de ela não te indicar quando o leite está acabando, tem uma temperatura ajustável e pode te até um timer de programação.

Você acessa sua rede social, que é basicamente um banco de dados com fotos informações comentários sobre pessoas com quem você se relaciona. Você abre um aplicativo mensageiro com o qual em via mensagens e recebe fotos áudios e até vídeos de pessoas queridas todos os dias.

Eu preciso te dizer que você vive no futuro. E não importa se não existem carros ou skates voadores. Se seus tênis não se amarram sozinhos, ou se você tem um robô na sua casa. Você vive no futuro.

É importante esclarecer aqui que você tem um robô. Ele está com você nesse exato momento. Nas suas mãos. Não é à toa que, muito provavelmente, sistema operacional do seu celular se chama Android. Ao dizer “Ok Google” você pode conversar com ele, anotar tarefas na sua agenda, pesquisar coisas. Seu carro não voa, mas se você sincronizar seu GPS, ele vai te dizer para onde você deve ir. Se você errar a rota, ele vai recalcular. Você tem acesso à informação na ponta dos seus dedos como nunca houve antes na história humana.

Isso é o futuro. Parabéns.

Aliás todo esse texto foi digitado sem que eu tocasse no teclado. Usei os recursos de fala do Google no qual eu o dito e as palavras aparecem na tela. Se isso não é o futuro, eu não sei o que é . Imagine o quê Shakespeare faria com isso.

Qual recurso do futuro você mais utiliza no seu dia a dia?

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