Ajudar quem precisar

Estamos vivendo em momentos difíceis.


Eu queria muito ter parado de falar de covid e voltar a temas mais leves em setembro no ano passado, mas não está sendo possível. É 2020 tudo de novo.

E por causa disso precisamos ainda mais nos ajudar. Quem puder ajudar quem precisar.

Será que em um ano não aprendemos nada? No começo da pandemia muitas instituições e organizações se movimentaram para ajudar quem não tinha o básico para a sobrevivência e higiene. E depois, com muito atraso, veio o auxílio emergencial. Vi amigos e pessoas próximas tendo uma esperança de não terem que pedir comida por causa do auxílio.

Agora, em 2021, temos uma variante mais letal, uma piora nos casos e mortes, e sem auxílio emergencial. É por isso que precisamos nos ajudar.


Esses dias passou em casa um senhor vendendo salgados em uma caixa de isopor. Ele disse que a esposa fazia. Perdeu o emprego, e estava ali no sol de meio dia vendendo salgados para manter a renda. Eu, que não perdi o emprego (pelo menos por enquanto) pude ajudar. Os salgados são deliciosos. O sentimento de ajudar é indescritível.

Esse senhor ainda pôde juntar alguns recursos, a esposa faz salgados. Muitos sequer estão tendo a chance de se organizar pra trabalhar com algo e manter sua dignidade.

Se você pode ajudar, comprando de quem está passando em sua porta, ou em algum ponto da cidade, faça isso. É tempo de ajudar quem precisar. Não vamos sair dessa sozinhos.

Conversa de Pedro #1 – A Ficção do Futuro de Maicon Moura

Eu tenho a imensa honra de apresentar pra você o novo quadro em formato de podcast: CONVERSA DE PEDRO!

Sim, o meu talk show. Um programa de entrevistas onde eu entrevisto escritores e converso com quem aceitar participar.

No primeiro episódio, meu convidado é o Maicon Moura. Ele é autor do livro Não quero patos elétricos, e do recém lançado livro de contos Cigarro e Anéis no Rabo do Gato (ambos na Amazon), e conversamos sobre a ficção científica como meio de falar do ser humano, o uso da tecnologia e o futuro cyberpunk ao qual estamos certamente nos encaminhando.

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Ser adulto ocupa muito tempo

Depois de todas as coisas estarem em seu lugar, acabamos dando uma pausa nas reformas pra respirar, preparar as coisas do casamento e entender tudo o que estava acontecendo. Toda essa mudança.

E foi aí que eu me deparei com o fato de que sou adulto. Estava pagando meu aluguel, minha primeira conta de água e de luz. Foi legal perceber isso, e ver que eu não estava mau humorado como os adultos são para as crianças. Mas uma coisa é certa. Eu estava sem tempo pra nada.

Os textos continuaram e persistiram aqui no blog por um bom tempo porque eu tinha uma reserva. Mas estava trabalhando, fazendo pequenas reformas na casa, jantando nos meus pais, fazendo compras (e enchendo aos poucos a geladeira novíssima), limpando e deixando tudo organizado, e ainda gravando podcast. Nem parecia que o dia tinha tudo isso de horas, porque passava rápido, e quando eu via já estava deitado de novo, sem energias pra fazer mais nada.

É, querido Pedro do passado. Aproveite suas tardes sem fazer nada. Essa vida aqui de adulto é corrida. Cansa. E ocupa muito, mas muito tempo

Escrever com a cabeça

Acontece quase todo dia, querido leitor. Eu estou com a cabeça a mil enquanto desempenho alguma outra tarefa mecânica, que não me ocupa tanto a mente. E quando me dou por mim, estou criando um texto completo na cabeça. Começo, meio e fim de uma ideia surgem e as palavras vão se empilhando nos meus pensamentos até o texto estar pronto. Como se só faltasse escrever e publicar. E falta.

Quando eu sento, pego meu celular e o teclado, ali pronto para escrever, tudo some. Tudo. A ideia, o texto, o meio, o começo, o fim e tudo. E então eu fico aqui encarando a tela e acabo escrevendo mais uma vez sobre o ato de escrever.